As plantas sentem, escutam e tem memória!

Compartilhar no facebook
Compartilhar no google
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin

Em 1966, Cleve Backster, então o maior especialista americano em detecção de mentiras, teve a estranha ideia de fixar os eletrodos de um de seus detectores numa folha de dracena, espécie tropical utilizada como planta ornamental.

Backster ligou um dos eletrodos do seu aparelho, encarregado de gravar as emoções das pessoas e para seu grande espanto, a agulha do polígrafo reagiu imediatamente e desenhou na fita um traçado em serra, comparável ao que ela teria feito se tivesse sido ligado a um ser humano submetido a um estímulo emocional. Muito excitado com essa imprevista descoberta, Backster multiplicou as experiências, servindo-se de outras espécies de plantas e obteve resultados cada vez mais espantosos: as plantas reagiam quando, diante delas, mergulhavam camarões na água fervente e até mesmo à vista de sangue.

Além de parecerem sentir emoções, elas conservaram a lembrança, como ficou provado na seguinte memorável experiência: reunidos por Backster, seis estudantes de olhos vendados tiraram de um chapéu um bilhete dobrado em quatro. Um desses levava as seguintes instruções: ir num cômodo em que se encontravam duas plantas e ali, sem que os outros participantes o vissem, arrancar uma delas e pisoteá-la até sua completa destruição. Portanto a única testemunha do massacre seria a segunda planta deixada intacta.

Ligando esta ao seu polígrafo, Backster fez desfilar os seis suspeitos diante dela. A planta não reagiu por ocasião da passagem dos primeiros, mas assim que o culpado apareceu, o marcador começou a oscilar freneticamente.

Assim que as experiências de Backster foram conhecidas na União Soviética, elas foram refeitas e verificadas por cientistas que logo puderam declarar que, efetivamente, as plantas eram dotadas de memória e que deveria existir uma ligação específica entre as células vegetais e o sistema nervoso humano como transmissor de informação. Células vivas de natureza completamente diferente pareciam capazes de “compreensão” entre elas.

As plantas sagradas têm um papel especial a desempenhar na nossa vida. Precisamos manter a ideia de gratidão sempre presentes na nossa mente. Não podemos manter os nosso espírito de visão cósmica vivo sem apreciar plenamente o conceito de gratidão. A utilização adequada das nossas plantas sagradas nos ajuda a transmitir o significado de gratidão. Sempre que tomamos uma coisa, temos de nos lembrar de dar. Temos de ser capazes de agradecer antes de receber. Para compreender que a vida é um dom e que tudo o que vem com ele – os nossos êxitos e as nossas derrotas – é realmente um dom de si mesmo.”

por Pri Guida

 

Nel 1966, Cleve Backster, poi il più grande esperto americano nel rilevare le bugie, ha avuto la strana idea di fissare gli elettrodi di uno dei suoi rilevatori in lamiera Dracena, specie tropicali utilizzato come pianta ornamentale.

Backster ha chiamato uno degli elettrodi del dispositivo, il compito di registrare le emozioni delle persone e per il suo grande stupore, il poligrafo ago ha reagito immediatamente e ha richiamato sul nastro un percorso in montagna, paragonabile a quello che avrebbe fatto se fosse stato collegato a un essere essere umano sottoposto a uno stimolo emotivo. Molto eccitato da questa scoperta inaspettata, Backster moltiplicato gli esperimenti, usando altre specie di piante e ha raggiunto risultati eccezionali sempre più: le piante quando reagito, prima di loro, immersi in acqua bollente gamberetti d’acqua e anche la vista del sangue.

Oltre sembrano provare emozioni, hanno conservato la memoria, come dimostrato nel seguente memorabile: raccolte da Backster, sei studenti bendato ha preso un cappello una nota piegato in quattro. Uno di questi ha preso le seguenti istruzioni: andare in una stanza erano in due impianti e là, senza gli altri partecipanti lo vedono, strappando uno di loro e travolgere fino alla sua completa distruzione. Quindi l’unico testimone del massacro sarebbe la seconda pianta rimasta intatta.

Collegando questo al suo poligrafo, Backster ha sfilato i sei sospetti di fronte a lei. La pianta non reagì quando la prima, ma non appena il colpevole apparve, il segnalino cominciò a oscillare freneticamente.

Non appena le esperienze di Backster era conosciuto in Unione Sovietica, sono stati ripetuti e verificati dagli scienziati presto potrebbe dichiarare che, di fatto, gli impianti sono stati dotati di memoria e che ci dovrebbe essere un legame specifico tra le cellule delle piante e il sistema nervoso umano come informazioni trasmettitore. Cellule viventi di natura completamente diversa sembravano capaci di “capire” tra loro.

“Le piante sacre hanno un ruolo speciale da svolgere nelle nostre vite. Dobbiamo mantenere l’idea della gratitudine sempre presente nella nostra mente. Non possiamo mantenere vivo il nostro spirito di visione cosmica senza apprezzare pienamente il concetto di gratitudine. L’uso corretto delle nostre piante sacre ci aiuta a trasmettere il significato della gratitudine. Ogni volta che prendiamo qualcosa, dobbiamo ricordare di dare. Dobbiamo essere in grado di ringraziare prima di ricevere. Per capire che la vita è un dono e che tutto ciò che ne deriva – i nostri successi e le nostre sconfitte – è davvero un dono di sé. “

di Pri Guida

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *