Os Florais como coadjuvantes no processo de Emagrecimento

Compartilhar no facebook
Compartilhar no google
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin

Difícil quem nunca precisou perder peso na vida, com raras exceções, a maioria da população vive atrás de um corpo “perfeito”, ou pelo menos, mais magro. Acho muito importante essa busca, não só por razões estéticas, o que também é importante para a autoestima, mas por questões de saúde. O sobrepeso predispõe  a várias doenças, como: hipertensão arterial, Diabetes, problemas cardiovasculares, entre outros. Isso sem falar dos problemas emocionais que também são frequentes, como depressão, angústia, ansiedade, insegurança, isso só para citar as mais comuns.

O processo de emagrecimento sempre deve ser acompanhado por um bom nutricionista, que irá orientar a melhor maneira daquela pessoa se alimentar, cada pessoa tem necessidades específicas, deve se ter uma rotina de exercícios, também acompanhada de um bom profissional que saberá indicar os exercícios mais adequados para cada um, massagens modeladoras para ajudar o corpo a reagir mais rapidamente ao processo e, finalmente, um acompanhamento emocional, seja por um psicólogo ou por um Terapeuta Floral, às vezes, até pelos dois.

Na Terapia Floral é levado em consideração todo o perfil mental e emocional da pessoa, o que faz essa pessoa estar com sobrepeso, se o problema é hormonal, ou se o peso é por conta de quantidades grandes de alimento. Vamos investigando como é a relação da pessoa com o alimento e com si própria, e a partir dessa anamnese o floral é montado. Ou seja, cada indivíduo será tratado de acordo com as suas necessidades e particularidades.

Os florais podem tratar o stress, a depressão, a relação com o alimento (compulsão), a auto-sabotagem, raivas, etc. Vai auxiliar a pessoa a ter foco para alcançar o objetivo que se propôs e não ter recaídas durante o processo.

Você consegue tudo o que quiser alcançar, é só acreditar e nunca desistir. Beijos, Jana.

Janaína Maurell Gomes

         Terapeuta Floral ARTF 357/2014

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *